27 de maio de 2012

A Internet e o ensino do Inglês



 Essa reportagem é para meus colegas de curso e professores de Língua Inglesa. Enjoy it!!




Cada vez mais utilizada como fonte de pesquisa, a internet tem a maior parte de suas páginas em inglês. Por isso, a proposta de incluir a rede mundial de computadores no ensino de idiomas é bastante oportuna porque apresenta aos alunos um conhecimento de aplicação imediata. Para ser bem explorada, entretanto, essa união precisa ter uma característica fundamental: considerar os usos reais do inglês (segundo a tendência dominante no ensino de Língua Estrangeira, a sociointeracionista, essa é a maneira mais adequada de lecionar a disciplina). O trabalho da professora Débora Lisiane Carneiro Tura, da EEEB Dom Pedro I, em Quevedos, a 398 quilômetros de Porto Alegre, combina todas essas virtudes. Para apresentar o inglês à 5ª série, ela desenvolveu um projeto em que o idioma é ensinado com base na leitura e escrita de textos para blogs (páginas pessoais usadas para divulgar características de seus autores): quem são, como vivem, por quais assuntos se interessam e quais suas opiniões sobre eles.

Bem-sucedida, a iniciativa rendeu a Débora o troféu de Educadora Nota 10 no Prêmio Victor Civita de 2008 (leia mais sobre o projeto no quadro "O desafio de entender e criar blogs"). "Com a opção por uma atividade real de comunicação, ela fez com que a turma entrasse em contato com textos autênticos, que existem também fora do ambiente da sala de aula. Além disso, fez a produção ter sentido para a garotada", diz Andrea Vieira Miranda Zinni, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e selecionadora do Prêmio.


Noções básicas de informática fazem o projeto decolar 


Blogs, porém, não são a única alternativa para mergulhar nas situações comunicativas "de verdade" que existem na internet. "Eles são apenas um dos gêneros disponíveis entre tantos outros: notícias informativas, páginas de receitas e sites com resenhas de cinema, por exemplo. Nesse sentido, a sequência de atividades desenvolvida por Débora pode servir de inspiração para qualquer trabalho que envolva o uso real do idioma na rede", opina Andrea (leia projeto didático que utiliza a web para que a turma conheça álbuns fotográficos escolares e saiba produzir um deles).


Para começar, é inevitável reservar um espaço para entender como funciona a rede mundial de computadores. Uma boa alternativa é buscar na própria web os chamados tutoriais, textos que ensinam passo a passo o funcionamento de recursos digitais. Nas aulas, vale também dividir as dúvidas com os alunos, que muitas vezes manejam a tecnologia melhor do que os professores.


Com essa primeira missão cumprida, é hora de enfrentar outra dificuldade: a precária infraestrutura das salas de informática nas escolas. Se o número de computadores for muito pequeno, divida a turma em dois grupos. Enquanto um usa os aparelhos, o outro faz atividades em sala de aula - por exemplo, revisando os textos já produzidos.


O.k., agora que a parte tecnológica está em ordem, você deve planejar detalhadamente a proposta de atividade em língua inglesa. Se a intenção for considerar o uso real do idioma, um primeiro passo é selecionar qual gênero será abordado. A escolha, porém, deve sempre estar a serviço de um propósito: o que você pretende ensinar. Sem definir conteúdos, o trabalho com gêneros corre o risco de perder o foco. No exemplo de Débora, a opção foi enfatizar, nos textos dos blogs, as chamadas wh questions (What is your name?, Where do you live?, Who is your best friend? etc.), perguntas com respostas abertas que são essenciais para a construção de apresentações pessoais, algo bastante útil para quem está tendo seu primeiro contato com a língua.


O momento seguinte, ainda parte do planejamento, é procurar bons exemplos de textos que correspondam ao conteúdo que se quer ensinar. Nesse ponto, os dois lembretes mais importantes são escolher autores que sejam falantes de inglês (o que reduz a probabilidade de erros ortográficos e gramaticais) e páginas com conteúdo adequado para a turma (o que ajuda a evitar "escapadinhas" para sites perigosos).



Leitura constante para aprender características discursivas 


A partir dessa etapa, a sequência ganha muitas semelhanças com o ensino da língua materna: é principalmente por meio da leitura constante de boas produções do gênero escolhido que os alunos aprendem características discursivas e linguísticas que indicam tanto quem escreve como o provável leitor. No caso de idiomas como o inglês e o espanhol, essa atividade favorece que a turma compreenda as ideias gerais, levando em conta o contexto, mesmo antes de dominar completamente a língua. "Para isso, é comum lançar mão de estratégias como a leitura de imagens ou recorrer a palavras com raízes similares em português", explica a consultora Andrea.


Familiarizada com o gênero, a garotada parte para a produção. Nessa etapa, o importante é reforçar a utilidade das estruturas aprendidas. Na classe de Débora, as wh questions foram essenciais para a construção de textos sobre as preferências e os interesses dos alunos, informações sobre família e amigos, suas rotinas, o que fazem na escola e no tempo livre. É preciso ter claro, ainda, que toda a produção deve vir acompanhada de sessões de revisão para que a moçada possa refletir sobre o que escreveu e avançar.


Uma última recomendação é evitar cair na tentação de traduzir tudo para a turma. Procure ser uma referência como falante da língua, recorrendo ao português apenas em último caso. Para tirar dúvidas ou dar alguma explicação, prefira a associação com imagens - ou, ainda, busque sinônimos que possam facilitar o entendimento. Esse é o caminho mais eficaz para aumentar a autonomia no aprendizado de um idioma cada vez mais necessário no dia-a-dia.

O desafio de entender e criar blogs

Casada e mãe de duas filhas, a gaúcha Débora Lisiane Carneiro Tura é formada em Letras e tem pós-graduação em Metodologias de Ensino da Língua Inglesa. Para tornar realidade a iniciativa que lhe rendeu o Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10 em 2008, ela ficou quatro horas a mais por semana com a turma de 5ª série. "Isso foi necessário porque aqueles alunos estavam sendo apresentados não só ao inglês mas também à internet. Poucos tinham computador em casa", diz.


Objetivos

Com duração de um semestre, o projeto que visava apresentar o inglês aos alunos começou com a leitura de blogs variados para criar familiaridade com o gênero. Em seguida, veio a escrita na internet. Primeiro na forma de blogs coletivos, em que todos trabalhavam juntos, somando saberes para construir os textos. Depois, quando a turma já demonstrava mais segurança, Débora incentivou a produção de blogs individuais e colaborativos, com os alunos redigindo os próprios textos e comentando os dos colegas. Cada produção, é claro, vinha acompanhada da indispensável etapa de revisão.


O passo-a-passo

Quanto maior era o contato com a leitura, a escrita e a revisão coletivas, mais elementos os estudantes tinham para conversar com os amigos virtuais e voltar aos textos feitos inicialmente para reescrevê-los e aprimorar forma, conteúdo e estilo. "Aos poucos, eles passaram a produzir textos de modo mais autônomo, interagindo com agilidade e usando estruturas linguísticas mais complexas. Também foram se sentindo mais preparados para deixar comentários em outros blogs", lembra Débora. A professora interferia, ressaltando as regularidades que apareciam nos textos, chamando a atenção para o vocabulário sobre os modos de vida dos colegas, os gostos e a descrição de lugares e de profissões.


Avaliação

Débora utilizou como parâmetro tanto as atividades de produção individual como a participação na revisão coletiva. Os momentos de colaboração com os colegas e a participação nas atividades também ajudaram a professora a notar dificuldades e planejar quais conteúdos precisavam ser enfatizados nas aulas seguintes.


Fonte:

29 de abril de 2012

Pronouns activity - 7os anos

Hi, folks!

In the first video, you are going to review what you learned in class. Then, just for fun, there is one more video with a little rock song. After that, you have to post a comment (with your name and grade)giving an example of a sentence using a pronoun you learned. 
Have a great activity!

Kisses


19 de março de 2012

8º Ano - Simple Past

Gramática de Inglês: Past Simple (vários verbos) 1

Complete as frases com os verbos no passado simples.


Clique em "Verificar" para ver o que você acertou.
Yesterday my friend Sally and I (go) to the supermarket to buy food. We (find) everything we (want), except my favorite cookies.

John usually goes to school by bus, but yesterday he (walk) because it (be) a beautiful day.

When Mary and Jake (arrive) at the party, they (look) for Mike but couldn't find him.

We (see) Star Wars last week. I (like) it a lot, but my friends didn't.

My TV (be) broken last week, so I (read) all my magazines in my free time.

Janet (make) three delicious dishes for lunch last Saturday. We (eat) all the food - there was nothing left.

Tony and Tim (play) basketball as children. Tim also (study) French and piano.

I (lose) my wallet yesterday, but thankfully a girl from my school (find) it and (give) me a call.

Where Monica and Sandra (be) children, they (have) three dogs and a bird. They (live) in a farm, so the dogs (have) a lot of space to play.

Students,
Deixem um comentário com a porcentagem de acertos, nome e série.
Você tem até o dia 02/04 para completar a atividade.
Good luck!

15 de dezembro de 2011

Alunos da escola Bispo são premiados em concurso


 Na última segunda-feira (12/12), nove alunos da nossa escola receberam seus prêmios no 1o. Concurso Literário da Academia Metropolitana de Letras, Artes e Ciências de Vinhedo (AMLAC), para orgulho dos pais, professores e toda a equipe escolar. Seus textos foram publicados na Antologia de Poemas, Contos e Crônicas da AMLAC.

Gênero Conto
Thifany dos Anjos Marcolongo – Um dia no mundo mágico de Fênix
Nathan Felipe Santos – Socorro! Irmão Roubado!
Mariana Cera de Souza – I love you
Gênero Poema
Jéssica Alves Ribeiro – Conselho
Evelyn Bianca Mazaia de Assis – A devastação da natureza
Beatriz Taine de Moraes – Amizade
Stefanie Carneiro de Camargo – Meus brinquedos
João Paulo S. de Carvalho – O ipê amarelo
Francisco Marchiori da Mota – Meu amor por você

Professores responsáveis por tornar tudo possível: Parabéns!!!





Congratulations, dear teachers and students!!! We are proud of you!!!

20 de novembro de 2011

Africanidades 2011

Na última sexta-feira (18/11) aconteceu, no anfiteatro da Escola Bispo, de Jundiaí, o Africanidades 2011, um projeto da professora Glorinha, que há 3 anos tem feito muito sucesso.
Contou com inúmeras apresentações, entre elas declamações de poemas, desfile de roupas típicas, danças, músicas e o coral.



Neste ano tive o prazer de ensaiar a 7a. série B, juntamente com o aluno Gabriel da 7a. A, com a música We are the world , para a apresentação do coral, que enfatizou ainda mais o objetivo da festa: a igualdade racial.
Congratulations, dear students!!!
It was awesome!!!

23 de julho de 2011

Amy Winehouse Found Dead

Hello, students!
Para vocês treinarem um pouquinho de Inglês nesse restinho de férias, segue uma notícia sobre a morte de Amy Winehouse.


Amy Winehouse was found dead in her apartment in London today.
A press release from the Metropolitan Police, which doesn't specifically name Winehouse, says:

"Police were called by London Ambulance Service to an address in Camden Square NW1 shortly before 16.05hrs today, Saturday 23 July, following reports of a woman found deceased.

On arrival officers found the body of a 27-year-old female who was pronounced dead at the scene.
Enquiries continue into the circumstances of the death. At this early stage it is being treated as unexplained."

Winehouse famously battled addiction to drugs and alcohol and was in and out of rehab several times throughout the years.
Last month, Winehouse canceled her European tour after a performance in Serbia where she seemed completely out of it.
She was 27.



RIP (rest in peace), Amy!
Kisses for all!


fonte: www.tmz.com

19 de julho de 2011

Indicação de leitura: Como e por que ler os Clássicos Universais desde cedo

“Ninguém tem que ser obrigado a ler nada. Ler é um direito de cada cidadão, não um dever.” - Ana Maria Machado


Por uma indicação, do caderno do professor de Leitura e Produção de Textos, acabei comprando o livro Como e por que ler os clássicos universais desde cedo, de Ana Maria Machado. Fiquei muito surpresa ao saber como alguns clássicos foram apresentados à autora na sua infância e adolescência. Ela mostra, em linguagem simples, seu desejo de que os jovens descubram o prazer da leitura.

Ana Maria Machado, escritora com mais de cem livros publicados, a maioria deles voltados para o público infanto-juvenil, nos ensina que a imposição da leitura dissemina o horror ao livro. Para ela “ninguém tem que ser obrigado a ler nada. Ler é um direito de cada cidadão, não um dever.”

Nada mais certo. A leitura deve ser uma ato de prazer, de contentamento, de cumplicidade. O leitor precisa se entregar ao livro, explorando-o, decifrando-o, apaixonando-se. Segundo a autora, a leitura é “um transporte para outro universo, onde o leitor se transforma em parte da vida de um outro, e passa a ser alguém que ele não é no mundo quotidiano.”

Em ritmo de conversa, chegando a dar a impressão de que conhecemos Ana Maria Machado de longa data, "Como e por que ler os clássicos universais desde cedo" nos insere em um mundo de fantasia e aventuras. Dividido em capítulos pontuais, a autora inicia sua jornada versando que um clássico permanece sempre atual, perene, longe da efemeridade de escritores superficiais, que entendo muitas vezes serem produtos da mídia e da propaganda. Versa sobre os clássicos gregos e sua influência em outras obras, tal como fez de forma magistral Monteiro Lobato em O Minotauro e Os Doze Trabalhos de Hércules. Fala sobre a Bíblia e as lendas do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. Sobre O Senhor dos Anéis (J. R. Tolkien), e o magnífico Dom Quixote de La Mancha (Miguel de Cervantes), que com suas aventuras “questiona o certo e o errado, o direito e o torto, mas também faz com que nos emocionemos com a dimensão da solidariedade humana e da compaixão pelo semelhante, com a sede de justiça e a ânsia do bem.”

O livro ainda aborda os contos de fadas, em grande parte histórias passadas de geração para geração e que depois foram compiladas em antologias. Nesse campo se destacaram Charles Perrault - que imortalizou Chapeuzinho Vermelho, O Gato de Botas, Cinderela - os irmãos Wilhem e Jacob Grimm e Hans Christian Andersen, talvez o mais importante de todos, conhecido como o “pai da literatura infantil”.

O texto também faz honrarias a autores como Jack London (Caninos Brancos, Chamado Selvagem), Robert Luis Stevenson (A Ilha do Tesouro, O Médico e o Mostro), Rudyard Kipling (O Livro da Selva), Alexandre Dumas (Os Três Mosqueteiros, O Conde de Monte Cristo), Daniel Defoe (Robinson Crusoé), James M. Barrie (Peter Pan), e Lewis Carrol (Alice no Pais das Maravilhas). Fala da importância de Mark Twain, Edgar Alan Poe, Arthur Conan Doyle, Charles Dickens, J. D. Salinger, H. G. Wells, George Orwell e Aldous Huxley. Entre os brasileiros, destaque inquestionável para Monteiro Lobato com Reinações de Narizinho e o fantástico universo do Sítio do Pica Pau Amarelo. Enfim, extensa é a lista de autores e livros citados por Ana Maria Machado.

A autora igualmente atenta para a forma que devemos ler, para a qualidade de nossa leitura. Não basta apenas passar os olhos sobre o livro, de maneira despreocupada e desatenta. É necessário uma leitura contextualizada, uma leitura crítica. Devemos reter na lembrança as aventuras e informações passadas pelos livros para que possamos evoluir e nos tornar mais humanos, sociáveis e intelectualizados. A leitura é indispensável. Povo que não lê é povo submisso, engessado.

Um livro agradável, devendo ter destaque em todas as bibliotecas nacionais, seja pela riqueza de informações ou pela capacidade de incentivar a leitura e importância dos clássicos na juventude brasileira.

Ler bem, sublinha Ana Maria, "é ficar mais tolerante e mais humilde, aceitar a diversidade, dispor-se a tolerar a divergência". Não deixem de ler Ana Maria Machado.

Beijos e boas férias!

Como e por que Ler os Clássicos Universais Desde Cedo, de Ana Maria Machado
Rio de Janeiro: Objetiva, 2002, 145 pp.

Fonte:http://resenhas-literarias.blogspot.com

Semana Vinicius de Moraes




E assim aconteceu a nossa Semana Vinicius de Moraes...

Almost on vacation

Hi, everybody!
Como o tempo é corrido, só agora consegui postar a foto tirada nos últimos dias de aula!
E essa é para as meninas da 7a. série B da escola Bispo, de Jundiaí. Beautiful girls!!!
Kisses and nice vacation for you all!!!